Coletivo Mascárate celebra 19 anos de resistência cultural em Embu-Guaçu
Coletivo Mascárate celebra 19 anos de resistência cultural em Embu-Guaçu
Embu-Guaçu comemora, em 2025, os 19 anos de história do Coletivo Mascárate, um dos mais longevos e atuantes grupos artísticos da cidade. Fundado em 2006 pelo artista Vaggner Jorge, o coletivo nasceu sob o nome Grupo de Teatro Caras e, em 2011, ganhou nova identidade, consolidando-se como Coletivo Mascárate. Desde então, tornou-se referência em teimosia, resistência e persistência, mantendo ações contínuas em defesa da arte periférica.
Com o teatro como carro-chefe, o coletivo expandiu sua atuação para projetos sociais em dança e para a realização de saraus em bares, escolas, calçadas e espaços alternativos. Essa diversidade de iniciativas não apenas amplia o acesso à cultura, mas também contribui para a formação de público, fortalecendo a relação da comunidade com a arte.
Ao longo de quase duas décadas, o Coletivo Mascárate já montou mais de 10 espetáculos teatrais, registrou suas criações em redes sociais e marcou presença em importantes festivais de São Paulo, de outros Estados e até no exterior, levando o nome de Embu-Guaçu além das fronteiras locais.
Outro diferencial é a pluralidade de artistas que integram o grupo, trazendo múltiplas linguagens e expressões:
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Laelson Junior (ator, dançarino)
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Andrea Ribeiro (arte-educadora, atriz)
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Bárbara Ribeiro (educadora, colaboradora e atriz)
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Sirlene Porcela (colaboradora, cantora)
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Thiemy Maria (arte-educadora, atriz, dançarina)
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Bruna Souza (atriz, cantora)
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Myia Ausdrecken (artista-intérprete)
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Renan Rodrigues (educador, ator, poeta)
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Mary dos Anjos (artista-intérprete)
Com esse elenco diverso e engajado, o coletivo reforça sua missão de potencializar a arte periférica, transformando ideias em performances que dialogam com a realidade local e com os desafios de se produzir cultura fora dos grandes centros.
Aos 19 anos, o Coletivo Mascárate reafirma sua importância como pilar cultural de Embu-Guaçu, provando que a arte, quando nasce da resistência, se mantém viva e pulsante — mesmo diante das dificuldades que marcam o cenário artístico brasileiro.